quarta-feira, 19 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
Pegador de panelas, para o Natal.
Terminei este desafio ontem, resolvi fazer como pegador de panelas, forrei com manta acrílica e utilizei este tecido de Natal na parte posterior, e como não tenho, ainda, uma máquina de costura, fiz todo o trabalho a mão, defeitinhos a parte, vai valer votação no fórum Decoupage & Companhia, quando as votações estiverem abertas venho avisar e conto com seu voto.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Balas de gomas. Estas são light.
Balas de gomas de glicerina, ideal para lembrancinhas de aniversário, nascimento, casamento e para usar em seu lavabo. Os aromas são de abacaxi, limão e morango. Uma brincadeira muito divertida.
Se gostou deixe seu voto no link do Tob Blog

Você receberá uma confirmação em seu email. Obrigado pelo carinho.
sexta-feira, 7 de outubro de 2011
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Minha primeira troquinha.
Adorei brincar disto. É o lado criança se manifestando. Estes presentinhos ganhei da amiga Rita Melo de Niterói - RJ e esta troca foi pelo forum Fazendo Arte em Ponto Cruz. A troca é de botões e o resto é por conta da amiga, achei lindo os botões e muito fofo os alfinetes, sem contar as guloseimas que quase não da tempo pra tira a foto. Muito bom, vou brincar mais vezes.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
A Arte de ser Feliz
A arte de ser feliz
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem,
outros que só existem diante das minhas janelas, e outros,
finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Enviado para mim carinhosamente por Any A. Pereira .
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Kit romance. Se gostar deixe seu voto.
Fiz este blog pra divulgar alguns trabalhos que faço pois sinto imensa necessidade e prazer em fazer trabalhos manuais, e nunca os mostrava a ninguém, ficavam sempre guardados e no esquecimento, achei aqui uma forma de mostra-los e até vende-los. Conquistei alguns amigos virtuais e é pra vocês que venho meio tímida que sou,
pedir que se, gostam do que veem aqui, deixem seu voto no link do Top Blog, ao qual me inscrevi e aguardo sempre anciosa seu voto. É simples e rápito através do twiter ou email no qual você receberá um link pra confirmar seu voto. É só clicar no selo abaixo ou na barra lateral. Fico muito grata com seu carinho.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Meu Sonho (Cecília Meireles)
Meu Sonho (Cecília Meireles)
Parei as águas do meu sonho
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos
ficou por cima, a procurar...
Os pássaros da madrugada
não têm coragem de cantar,
vendo o meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
por que insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.
Parei as águas do meu sonho
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos
ficou por cima, a procurar...
Os pássaros da madrugada
não têm coragem de cantar,
vendo o meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
por que insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
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